Que isso? Que isso? Que isso?
Vamo assim ha ha ha ha
Que beleza, que beleza
Que beleza Grande Rio
Alô Mestre Fafá, tira onda
É Grande Rio
(Oh oh oh, oh oh oh)
Boa noite, moça, boa noite, moço
Aqui na terra é o nosso templo de fé
Fala, Majeté
Faísca da cabaça de Igbá
Na gira, Bombogira, Aluvaiá
Num mar de dendê, caboclo, andarilho, mensageiro
Das mãos que riscam pemba no terreiro
Renasce palmares, Zumbi Agbá
Exu! O ifá nas entrelinhas dos odus
Preceitos, fundamentos, Olobé
Prepara o padê pro meu axé, 'bora gente
Exu Caveira, Sete Saias, Catacumba
É no toque da macumba, saravá, alafiá
Seu Zé, malandro da encruzilhada
Padilha da saia rodada, ê, Mojubá!
Sou Capa Preta, Tiriri, sou Tranca Rua
Amei o Sol, amei a Lua, marabô, alafiá
Eu sou do carteado e da quebrada
Sou do fogo e gargalhada, ê, Mojubá!
Ô, luar, ô, luar, Catiço reinando na segunda-feira
Ô, luar, dobra o surdo de terceira
Pra saudar os guardiões da favela
Eu sou da lira e meu bloco é sentinela
Laroyê, laroyê, laroyê
É poesia na escola e no sertão
A voz do povo, profeta das ruas
Tantas estamiras desse chão
Laroyê, laroyê, laroyê
As sete chaves vêm abrir meu caminhar
À meia-noite ou no Sol do alvorecer pra confirmar
Adakê Exu, Exu ê odará
Ê bara ô, elegbará
Lá na encruza, a esperança acendeu
Firmei o ponto, Grande Rio sou eu
Adakê Exu, Exu ê odará
Ê bara ô, elegbará
Lá na encruza, onde a flor nasceu raiz
Eu levo fé nesse povo que diz
Boa noite, moça, boa noite, moço
Aqui na terra é o nosso templo de fé
Fala, Majeté
Faísca da cabaça de Igbá
Na gira, Bombogira, Aluvaiá
Num mar de dendê, caboclo, andarilho, mensageiro
Das mãos que riscam pemba no terreiro
Renasce palmares, Zumbi Agbá
Exu! O ifá nas entrelinhas dos odus
Preceitos, fundamentos, Olobé
Prepara o padê pro meu axé, 'bora gente
Exu Caveira, Sete Saias, Catacumba
É no toque da macumba, saravá, alafiá
Seu Zé, malandro da encruzilhada
Padilha da saia rodada, ê, Mojubá!
Sou Capa Preta, Tiriri, sou Tranca Rua
Amei o Sol, amei a Lua, marabô, alafiá
Eu sou do carteado e da quebrada
Sou do fogo e gargalhada, ê, Mojubá!
Ô, luar, ô, luar, Catiço reinando na segunda-feira
Ô, luar, dobra o surdo de terceira
Pra saudar os guardiões da favela
Eu sou da lira e meu bloco é sentinela
Laroyê, laroyê, laroyê
É poesia na escola e no sertão
A voz do povo, profeta das ruas
Tantas estamiras desse chão
Laroyê, laroyê, laroyê
As sete chaves vêm abrir meu caminhar
À meia-noite ou no Sol do alvorecer pra confirmar
Adakê Exu, Exu ê odará
Ê bara ô, elegbará
Lá na encruza, a esperança acendeu
Firmei o ponto, Grande Rio sou eu
Adakê Exu, Exu ê odará!
Ê bara ô, elegbará!
Lá na encruza, onde a flor nasceu raiz
Eu levo fé nesse povo que diz
Boa noite, moça, boa noite, moço
Laroyê, que isso, que beleza!